Xx, vxmxs pxrxr dx xsxcrxvxr xssxm?

setembro 28, 2015

Este vai ser um post de quotes.


Segue um texto que eu li no epicentro dessa tendência de colocar xizinho nas palavras pra não diferenciar o gênero:

A linguagem “inclusiva” que exclui - ou: porque não devemos fxlxr assxm

1) Porque dá no mesmo de escrever no masculino. Vou te contar um segredo: as pessoas lêem e falam “trabalhadores” quando você escreve “trabalhadorxs”

2) Porque fora da bolha dourada universitária as pessoas não falam nem escrevem dessa forma, bem como sequer sabem algo sobre isso. Ou seja, a linguagem neutra que utiliza X ou arroba (exemplo, “negr@s” ) é elitista e academicista.

3) Porque deficientes visuais usam um leitor de tela que não consegue ler palavras assim.

4) Porque você está dificultando a vida de pessoas com dislexia e outros transtornos ligados à leitura. Como usar linguagem inclusiva? “Galera”, “pessoas” ou até mesmo o bom e velho feminino + masculino (“amigas e amigos”).

E lembrando: mais importante do que ser “inclusivo” na linguagem é sê-lo nas suas práticas.

Dá pra salvar o mundo escrevendo certo, sem entrar em tendências inócuas de Internet.


“MAS CADA UM FAZ O QUE QUER”, tu diz.

Mas sabe que está (escrevendo) errado, né?

Bom.

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