Amanda Photography e outras reminiscências
novembro 11, 2014Pretensiosamente criei uma página do Facebook: Amanda Photography.
O logotipo não é um ventilador, é um obturador personalizado pelo Schias especialmente para a página.
Por que eu resolvi criar uma página no Facebook pra fotos, enquanto que eu posto tudo no Instagram e tenho a opção do Flickr? Não sei ao certo, acho que o “choque” ocorrido com as atitudes do cidadão do post anterior (não leu? Quer a senha? Line, Twitter, Face, Whats, etc → só pedir!) e, como eu falei pra algumas pessoas, talvez eu queria tentar tirar dessa merda toda algo de bom.
E o bom, bom mesmo, é que minhas fotos são minhas, foram detalhes captados pela minha retina e fotografadas com o meu dedo e editadas por mim. Não preciso pegar foto dos outros, mentir pros meus amigos que estou supereditando uma superfoto e postar na Internet dizendo que é minha e depois pagar 600 realidades pro Facebook “impulsionar Likes” pra tua página de fotos roubadas ter um pouco de visibilidade. Quem precisa fazer isso só pra divulgar um NOME não passa de uma pessoa desonesta, mentirosa, ardilosa, qualidades que no mínimo vêm de família.
Eu não sei se vou conseguir 9000 Likes em poucos meses, mas em um dia consegui 80 e agora estou quase alcançando os 100 Lik– AI TEM UMA ARANHA NO TECLADO *peteleco*
Aquele palhacinho ladrão de fotos me bloqueou no Facebook. Depois, quando copiei o link do REAL FOTÓGRAFO de uma das fotos na página da “empresa de fotos”, fui bloqueada da página também.
Cara, se tu tá lendo esse post, em primeiro lugar: fuck. you.
Em segundo lugar, me bloquear não vai afastar a farsa óbvia-ululante que tu é. Não importa quanta merda tu inventa nessa tua cabecinha porque repeti-las pra si mesmo não as farão se tornar realidade, PONTO. Deal with it.
E sobre o que tu disse que me foi trazido pela tua esposa de fachada: enfia no cu :’D
Semana passada um defunto manda uma mensagem no Whats depois de uns dois ou três meses que eu cortei as asinhas dele recusando o convite de ir no cinema. O objetivo dele, pelo que percebi, era a) ver se eu estava namorando para b) jogar na minha cara que ele está namorando.
Esse defunto e eu namoramos pelo tempo total de UM MÊS até eu encher o saco dos joguinhos de ciúmes, da arrogância e absorver a realidade de que eu só estava namorando um malouqueirinho sarado puramente por ele ser asiático #verdadenuaecrua
Mas terminar o namoro não me impediu de sair com ele de novo, para então brigarmos de novo, and repeat. Daí, gurias, chegou o momento em que a tia de vinte e tantos anos aqui precisou tomar um tapa da dignidade e outro tapa da honra e mandei esse babaca à merda – com classe – antes de terminar o primeiro semestre de 2014. Eu cansei de jogar o jogo dele e resolvi jogar o meu. Ah, tu quer sexo? Tem que ser comigo? Não tenho interesse. Por quê? Porque não tô a fim. O que tu pode fazer? Tu tem Tinder, Facebook, Whatsapp e eventos de anime pra conseguir sexo fácil, rápido e quiçá de graça.
Não, porque sim, isso aí. Ele passou uma semana me enchendo o saco com mensagens mendigando sexo… Aí eu vou lendo, dou uma risada BEM ALTA e apago o chat antes de eu me dar conta de que posso bloquear o número dele, que não está mais salvo no meu celular desde abril ou maio.
Lembro com júbilo de uma vez em que ele quis conversar pra reclamar de uma então ex-namorada (depois de mim) cuja relação durou exaustivos SETE dias. Ele reclamou basicamente de ter sido chamado de egoísta porque ele faz trabalho voluntário e ela não.
Então aqui vai um pensamento do dia: se tu só consegue direcionar o teu melhor pra pessoas com quem tu nunca vai criar nenhum tipo de vínculo, considere ficar sozinho.



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