Angst upon written past

outubro 09, 2014

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Então eu resolvi tirar o pó dos meus livros, conforme falei pra vocês no post anterior, e eis acima um registro. Resgatei do limbo um Michaelis Inglês-Português de trocentos anos atrás. Nem sei onde coloquei, mas fedia a pó.

Esses são uns livros que eu já li, bem bons, se vocês conseguirem identificá-los podem ler sem medo! A não ser o do topo, do guri de cabeça de gato. Desse livro vocês podem sentir medo.

Acabei tirando planners antigos do seu lugar e me dei ao luxo de folheá-los um pouco. É um pouco angustiante ver as coisas que eu escrevi. “Fui a tal lugar com Fulano”, “Janta com Beltrana e Ciclana” para, dois, três meses depois nunca mais falar com o Fulano, brigar com a Beltrana e sentir mútua indiferença pela Ciclana, a qual me excluiu das redes sociais (coisa que eu já esperava que ela fosse fazer, mais cedo ou mais tarde. Fucks given: none).

Mas aqueles momentos que passei com Fulano, Beltrana e Ciclana estão eternizados em meio a anotações coloridas sobre compromissos, fotos de comida, lugares, livros. Essa mescla de coisas boas e ruins me dá uma grande angústia em vez de me fazer lembrar com carinho dos momentos que passei com aquelas pessoas quando estavam em pleno contato ou quando compartilhávamos uma amizade.

A relação das pessoas é um ciclo. Talvez essa seja a maior das angústias…

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